E aí, de repente, você percebe que ninguém jamais será livre sem que tenha experimentado a verdadeira experiência da fé.
Aquele tipo de fé que te abraça e te conforta como colo de mãe.
É restaurador descobrir que Deus existe nos pequenos detalhes do nosso dia-a-dia. Tão sutis que corremos o risco, o terrível risco de passar a vida toda sem nem ao menos nos tocar que eles existem.
Quando você começa a viver de fato a fé que Deus nos ensina, começa a perceber que Ele existe no olhar sincero de uma criança quando, com aquela ingenuidade própria da idade, te olha e te convida para seu mundo.
Deus existe na força que você sente para se levantar todos os dias, apesar de toda dor, de toda luta e de toda angústia que te aperta o peito.
No amor de uma mãe, que abre mão do seu próprio sofrimento para que o seu filho se mantenha de pé.
Deus existe na amizade que, mesmo anos depois, permanece intacta, real, sincera, e talvez até mais forte.
Na lágrima que corre pelo seu rosto quando, por algum motivo, você entende que Ele atendeu suas preces. No arrepio que percorre seu corpo durante uma oração.
Ele existe no momento em que você não cai, quando tudo a sua volta parece desmoronar.
Na esperança de dias melhores.
Deus existe quando você para para perceber que tudo se encaixa de uma forma milagrosamente perfeita.
Quando você nota que é mais forte do que imaginou que seria e que pode ir muito além.
Deus existe dentro de nós, quando uma paz ressurge para nos mostrar que a vida pode ser bela, mesmo que triste (em alguns momentos).

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